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TONS DO BRASIL 2
 


Shirley Espíndola entrevista Nilson Piedade

Neste sábado, 10 de junho, Shirley Espíndola recebeu Nilson Piedade e Elias dos Santos que contaram sobre o Projeto Angola desenvolvido pelo grupo Ativamente Desenvolvimento Humano com o objetivo de auxiliar, com materiais educativos e de saúde, a população carente de Angola. www.agenciaoca.com.br/projetoangola

Nilson e Elias também falaram sobre o evento “1ª Conversa Afinada” realizado todas as sextas-feiras do mês de junho na cidade de Jundiaí, com o objetivo de divulgar a música cristã brasileira de qualidade e arrecadar contribuições para o Projeto Angola. Confira a programação:

Dia 23/06 às 19h30 – João Alexandre – Música Cristã e transformação social – Rua Frei Caneca, 148 - Vila Arens.

Dia 30/06 às 19h30 -  Jorge Camargo – Música e poesia – Sala Glória Rocha – Rua Barão de Jundiaí – Centro. Para informações ligue: 11 4586-0389 /  7151-8591 ou  7334-2136



Escrito por Roberto às 00h26
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Quadro "SpotLight" por Beto Feitosa

Programa Tons do Brasil - 10 de maio

Olá, Shirley, boa tarde ouvintes do Tons do Brasil!
 
Shirley, hoje eu estou entrando ao vivo não para falar sobre um lançamento, como é de costume. E sim de um clássico, uma obra de arte imaculada. Esse é João Gilberto, pai da bossa, que hoje está completando 70 anos.
 
Tudo já foi dito sobre ele, muitas verdades,  histórias e lendas hilárias. Mas o que realmente importa é essa figura ímpar, de um talento inacreditável e que emociona o mundo inteiro levando nossa música por aí, Europa, Estados Unidos e Japão. O Brasil tá meio carente dele, há muito tempo não vemos shows dele.
 
Mas o grande presente é que esse ano ele vai fazer duas apresentações em Tokio. E desses shows vamos ter o primeiro DVD do mestre. Há dois anos ele se apresentou na mesma casa e gravou um CD ao vivo. Disse que os japoneses aplaudiram João por mais de 20 minutos. Devia vir um CD bônus só com essa homenagem.
 
Mas a gente fica esperando esse DVD que, de acordo com o controle João Gilbero de qualidade, deve sair no mínimo perfeito.
 
Então vamos ouvir João Gilberto com Caetano Veloso cantando Aqualarela do Brasil. Infelizmente hoje a relação entre os dois está bem desgastada, na verdade nem se falam. Mas vamos lembrar o orgulho de Caetano em cantar com o grande mestre da bossa.
 
Beto Feitosa


Escrito por Roberto às 23h32
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Futebol e Arte

Programa Tons do Brasil do dia 10 de junho de 2006

          

            Por mais estranho que possa parecer aos ouvintes, na verdade, nem só de futebol vive a copa dois mil e seis. Além do time de parreira roubar o ar provinciano da cidade alemã de Königstein, os brasileiros querem espalhar o verde-amarelo pela Alemanha: conhecido pelo futebol-arte, o Brasil pretende cumprir literalmente essa máxima oferecendo tanto o futebol quanto a arte, pois o ministério da cultura brasileiro, em conjunto com o governo alemão, promove a “copa da cultura – Brasil na Alemanha dois mil e seis”. O evento vai ocorrer durante todo o mundial e tem como objetivo espalhar a cultura brasileira pelo exterior e abrir o mercado externo para os artistas brasileiros.

            Para isso, artistas da música, dança, literatura, teatro, cinema e artes plásticas já embarcaram para a Alemanha.

            A abertura oficial da “copa da cultura” ocorreu em vinte e cinco de maio com a apresentação do ministro da cultura Gilberto Gil e da roda de samba de Nicinha. A abertura do evento ocorreu na “casa das culturas do mundo” em Berlim que também será palco da maioria das demais apresentações.

            Além de Gil, a “copa da cultura” leva até a Alemanha apresentações de Chico Buarque, Elza Soares, Nana Vasconcelos, Arnaldo Antunes, Jorge Benjor e Nação Zumbi. O trio elétrico de Daniela Mercury vai passar por todas as cidades onde o Brasil vai jogar e o Olodum já se apresentou, com os cabelos trançados em verde-amarelo, na última quarta-feira, dia sete.

            A música clássica também vai ter seu espaço garantido. O espetáculo fica por conta da orquestra da Unb, a universidade de Brasília. Vinte e três instrumentistas fazem parte do concerto e do CD que será gravado durante a copa.

            Outro destaque vai para a exposição “tropicália – uma revolução na cultura brasileira” que nas mais de duzentas e cinqüenta obras de arte pretende mostrar a cena artística brasileira do final dos anos sessenta. Além disso, trabalhos de Anita Malfati, Tarsila do Amaral, Candido Portinari e Alfredo Volpi também vão estar expostos para o público alemão ter idéia de como foi o modernismo brasileiro na primeira metade do século vinte no Brasil.

            No campo do cinema, a “copa da cultura” vai apresentar produções recentes como “Pelé eterno” e “Dois Filhos de Francisco” além de uma retrospectiva dos trabalhos de Fernando Meireles e Walter Salles.

            Por fim, o último destaque fica por conta da literatura já que a “copa da cultura” aproveita para lançar uma tradução para o alemão de crônicas sobre futebol escritas por Nelson Rodrigues.

            A “copa da cultura” termina junto com o futebol no dia nove de junho e custou vinte e cinco milhões de reais que foram pagos meio a meio por Brasil e Alemanha.

            Enfim, repetindo as palavras de Volker Bartsch, responsável pela Fundação Cultural Alemã, seria possível uma vida sem arte e sem futebol? sim, mas seria muito sem graça. 

 

Carolina Fontebasso



Escrito por Roberto às 23h30
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Shirley Espíndola convida Elisséia Duarte para o quadro

Elisséia Duarte foi a convidada de Shirley Espíndola para o bate papo descontraído no quadro"Café, Música e Cia do programa Tons do Brasil do dia 03 de junho.

O bate papo teve lugar no Dunkin's Café da Av. nove de julho em Jundiaí. 

Elisséia é regente do Coral Clap e contou sobre o projeto do próximo espetáculo como tema Chiquinha Gonzaga. Bem humorada, contou  sobre as suas preferências pessoais e uma passagem engraçada de quando o Coral Clap estava se apresentando numa festa.

 

Elisséia é jundíaiense e comentou sobre a falta de incentivo e patrocínio das empresas de Jundiaí para a Cultura.

Durante o bate papo, saborearam pão de queijo e café especial do jeito do Dunkin's Café, aliás diga-se que o lugar possui a história do Teatro Polytheama nos quadros que estão bem colocados no recinto. 



Escrito por Roberto às 23h50
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Quadro "Spot Light" por Beto Feitosa

   Olá, Shirley, boa tarde!              

 

A surpresa dessa semana nem chega a ser bem uma surpresa. Lembra do Bebeto Castilho, baixista do lendário Tamba Trio? Pois veja que barato: aos 66 anos ele está lançando um CD solo. É bem verdade que não é o primeiro. Ele já tinha lançado um há 30 anos, mas na época foi mal distribuido e depois so relançado em CD na Inglaterra.

 

Então para os fãs brasileiros do Tamba Trio esse CD é quase uma estréia. E ele arrebenta. A voz cool, os arranjos de muito bom gosto e músicas escolhidas a dedo. Esse CD, que está sendo lançado pela Biscoito Fino, foi produzido pelo Marcelo Camelo, do Los Hermanos, que vem a ser sobrinho de Bebeto. No texto que escreveu para o encarte Caetano Veloso disse que sempre quis produzir um disco solo dele, mas nem sente inveja e sim gratidão a Camelo, que também compôs a faixa título, Amandoeira.

 

Eu escolhi aqui a música mais conhecida do disco, que é a delícia do Caymmi A vizinha do lado. Essa faixa abre o disco.

 

 

Foi então Bebeto Castilho, que está lançando CD pela Biscoito Fino. Espero que tenham gostado, eu adorei ouvir e adorei estar aqui mais uma vez com vocês. Esperando sua visita em www.ziriguidum.com.

 

Abração e até a semana que vem! Tchau.

 

Beto Feitosa



Escrito por Roberto às 23h35
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Programa American Idol X Ídolos

 Na quarta-feira que passou o programa “Ídolos” do SBT entrou na reta final. Angel, Paulo, Leandro, Giovana, Lucas, Osnir, Pollyanna, Thaís, Vanessa e Davidson são os 10 finalistas que disputam o posto de novo ídolo da música brasileira.

Este estilo de programa, no entanto, não é criação nacional. “Ídolos” é mais uma das importações de Silvio Santos. Na verdade, este formato foi desenvolvido na Inglaterra e se chamou “Pop Idol”. Com a versão norte-americana, o “American Idol”, o programa rompeu fronteiras e hoje tem adaptações em mais de 33 países.

Para se ter uma idéia do sucesso do reality show, a versão norte-americana encerrou este ano sua 5ª temporada e o último episódio exibido no dia 25 alcançou picos de 43 milhões de espectadores perdendo em números apenas para a tradicional festa do Oscar. Além disso, o “American Idol” foi escolhido como Programa do Ano pela Associação de Críticos de Televisão e garantiu o sucesso para Kelly Clarkson, vencedora da 1ª edição, que já tem no currículo dois cds lançados e contabiliza 12 milhões de cópias vendidas no mundo todo. “Breakway”, o cd mais recente da cantora pop, está entre os 10 álbuns mais vendidos em São Paulo e “Because of you”, a música de mais sucesso do cd, ocupa a primeira posição nos sites de buscas musicais.

A nós, aqui no Brasil, resta saber se o artista escolhido pelos telespectadores no dia 27 como novo ídolo brasileiro fará jus ao posto que lhe foi dado. Aliás, ao falar em comparações a emissora de Silvio Santos copiou com precisão o “American Idol” reproduzindo, inclusive, as cores a fontes do logotipo. Porém, o cenário, as luzes e a simpatia exagerada dos apresentadores brasileiros faz com que quem está assistindo não esqueça, nem por um minuto, que se trata do SBT.

Quanto à qualidade dos candidatos, “Ídolos” deixa a desejar: o telespectador realmente se decepcionou se esperava ver ascender artistas como Elis Regina, Leila Pinheiro, entre outros, que apareceram na telinha da TV, tempos atrás, como novos talentos. Há quem afirme, em rede nacional, no programa de calouros concorrente, que a fila de espera para participar de “Ídolos” foi mais interessante que a própria apresentação dos candidatos.

Exageros à parte, o que se vê de fato é que “Ídolos” não traz nada de novo para a cultura musical brasileira. Os finalistas repetem fórmulas já conhecidas: no fim do programa teremos um ídolo com um timbre parecido com o de Ana Carolina, com um visual semelhante ao de Pitty ou, ainda, mais um entre tantos cantores de pagode ou sertanejo.

“Ídolos”, enfim, promete abrir portas para novos artistas, mas mostra que fama, talento e arte nem sempre caminham lado a lado.

 

Carolina Fontebasso

Jornalista



Escrito por Roberto às 23h31
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