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TONS DO BRASIL 2
 


Terminou o segundo ano do programa, agora começou o terceiro ano em novo blog, acesse http://tonsdobrasil3.zip.net .

O programa "Tons do Brasil" está em festa de aniversário, completou 2 anos e agora iniciamos o terceiro ano bastante animados com o apoio dos ouvintes e preparamos mais novidades. Corra no novo blog e leia sobre as boas novas.

Não deixe de conhecer o site da cantora e radialista Shirley Espíndola e conferir o lançamento do seu segundo CD Caminho das águas. www.shirleyespindola.com.br

"Nesta data comemorativa queremos expressar toda a nossa realização e satisfação em poder apresentar o programa “Tons do Brasil”, um trabalho de grande comprometimento com a nossa cultura brasileira, através de todas as formas de arte.

É um privilégio poder levar ao ouvinte, música brasileira de qualidade, valorizando aquilo que é nosso, independente dos atuais padrões de massificação e de mercado.

Agradecemos à rádio Difusora AM 810, pela fantástica abertura, espaço e oportunidade, de difusão de informações culturais-educativas, de exposição do artista e principalmente de seu produto cultural.

 

A você que acreditou e participou deste segundo ano do Tons do Brasil, o meu muito obrigada."

 

Shirley Espíndola

 

Veja relação dos participantes do segundo ano do programa no blog: http://tonsdobrasil3.zip.net

 



Escrito por Roberto às 23h01
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Concerto inaugural da Banda Sinfônica Juvenil de Jundiaí no teatro Polytheama.

A Banda Sinfônica Juvenil de Jundiaí é um grupo de formação instrumental, administrada pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de Jundiaí, com a finalidade de abrir espaço para estudantes de música e divulgar a cultura musical erudita e popular, desde o contemporâneo até o popular do século XX. Uma Banda Sinfônica pode produzir desde sons delicados a sutis de um grupo de câmara, até sonoridades mais amplas que as orquestras tradicionais. Sua versatilidade reflete em seu repertório que pode ser épico, glorioso, instrospectivo, moderno, alegre, popular e até marcial.

A nova Banda de Jundiaí foi formada há 94 dias e teve apenas dez dias para o ensaio antes da sua primeira apresentação. Mas, apesar dos aplausos de aprovação do público, o maestro Gilberto Souza é exigente: “Como primeiro concerto estava bom, tivemos pouco tempo para os ensaios, mas os músicos precisam estar conscientes de que cada momento em que toca o instrumento tem que ser melhor que o anterior”. Ressaltou que tocar em grupo não é fácil e que o repertório escolhido não era fácil também. “Este é um projeto novo, um trabalho novo e, cada um na Banda tem que dar a sua melhor participação”.

Os integrantes da Banda Sinfônica têm entre 14 e 25 anos e foram selecionados por um processo que exigiu músicos com nível profissional mais elevado. Além dos 40 músicos a Banda tem espaço para mais 32 integrantes. Ao todo serão 72 instrumentistas. A Banda é constituída por categorias de cada tipo de instrumentos -nipe das madeiras: flautas, clarinetas, oboé, fagote; nipe dos metais: trompetes, trombones, trombones baixos, bombardino, trompas e tubas sinfônicas. Ela pode contar também com instrumentos de percussão eruditos(tímpanos, carrilhas, castanholas, triângulos, xelofones, etc) e com instrumentos populares (bateria completa, caixas de guerra, etc). Pode ter também sons com pratos sinfônicos de várias medidas.

Em sua apresentação de estréia a Banda Sinfônica Juvenil de Jundiaí apresentou o Hino Nacional Brasileiro, Hino da Independência, Hornipipe, Majestic Matilda, The Visionaries, Pilgrim’s chorus, Promenade, Fascination, Trenzinho Caipira e Aquarela do Brasil. A apresentação contou também com a presença do secretário de Cultura, Ivo Petroni e da diretora de Cultura Penha Maria Camunhas Martins.

Após o concerto de estréia,  Shirley Espíndola e Maestro Gilberto de Souza, regente da Banda Sinfônica Juvenil de Jundiaí, da Banda Marcial Hermeto Pascoal e da Orquestra de Câmara da Casa da Cultura, todos projetos da Prefeitura de Jundiaí. www.jundiai.sp.gov.br

Gilberto de Souza iniciou seus estudos musicais aos 8 anos de idade com o professor Clemente Capela, violinista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Em 1990, ingressou no Conservatório Bethoven, estudando violino com a profª Esmeralda Hermann, a quem deve a sua formação. Em 1996, estudou pedagogia musical com o prof. Júlio Stateri e musicalização e coral infantil com a profª Maria Zeí Biangioni. Em 2000, graduou-se em composição e regência, pela Universidade Estadual Paulista. No biênio 1992/1993, venceu o Concurso de Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, na época regida pelo maestro Eleazar de Carvalho.

É regente da Banda Marcial Municipal Hermeto Pascoal e da Orquestra de Câmara da Casa da Cultura, ambos projetos da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Jundiaí. Atualmente desenvolve projetos musicais para escolas, empresas e outras instituições.



Escrito por Roberto às 00h18
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Luiza Helena Chagas é a convidada de Shirley Espíndola no Café, Música e Cia.

Shirley Espíndola convidou para o bate papo descontraído do quadro "Café, Música e Cia" do programa Tons do Brasil a empresária Luiza Helena Chagas proprietária dos badalados Café Tequila, Birra Pub e Loungue. www.tequila.com.br

Luiza, como gosta de ser chamada, falou sobre sua vida no México, de onde trouxe a idéia de implantar em Jundiaí o local típico da saborosa culinária mexicana. Contou sobre seu temperamento ressaltando principalmente o seu dinamismo e tédio à rotina, sobre sua paixão pelo esporte, pelo canto, pela família e pelos netos.



Escrito por Roberto às 00h15
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Shirley Espíndola entrevista

A Banda "Trio em Transe"  que comemora 17 anos de vida foi o grupo musical entrevistado de Shirley Espíndola no programa Tons do Brasil do dia 07 de setembro.  E foi aqui em Jundiaí onde a banda começou, vingou e onde Daniel Busanelli, Nando Nicioli, Iramy Piola, Fernando Gambini e Pedro Ivo ainda vivem intensamente a música.
Entre os estilos e ritmos musicais estão Bossa nova, Samba, Reggae, Salsa, Funk, Rock, Pop, influencias que servem para enriquecer o som dançante.

 

 www.trioemtranse.com.br

 



Escrito por Roberto às 23h55
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Quadro "SpotLight" por Beto Feitosa- programa 07 de outubro

 Olá, Shirley, boa tarde ouvintes do Tons do Brasil
 
Hoje vamos falar de um gringo. Mas de um gringo brasileiríssimo. É o violinista Nicolas Krassik. Aqui no Rio ele é figura fácil nos bares da Lapa, reduto de samba e choro no Rio. Já participou de discos de Beth Carvalho, tocou com Yamandu Costa, Marisa Monte, enfim... sabe mais de música brasileira do que muito brasileiro.
 
O novo CD do Nicolas traz um sotaque nordestino muito forte e chega a juntar seu violino com a rabeca de Seu Luiz da Rabeca. O resultado é ótimo e brasileiríssimo. Da Lapa até o Nordeste Nicolas já provou que tem a música brasileira no sangue.
 
Vocês vão poder confirmar isso e conhecer o trabalho dele ouvindo Deixa a menina, de Chico Buarque. A faixa abre o CD de Nicolas. Segue aí...
 
 
Esse foi o francês Nicolas Krassik totalmente brasileiro com sua versão para Chico Buarque.
 
Lembrando que quem quiser saber mais ou comentar esse disco, acesse www.ziriguidum.com
 
Um grande abraço e até a semana que vem!


Escrito por Roberto às 23h52
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Música e Coreografia por Carol Fontebasso

Neste mês de outubro, o “Tons do Brasil” celebra seu segundo ano no ar oferecendo a você, ouvinte, uma série de reportagens que vão mostrar um pouco da história, das curiosidades e da atualidade daquelas que são chamadas “as sete artes”. Você vai saber um pouco mais sobre música, pintura, escultura, arquitetura, literatura, coreografia e cinema.

                Hoje, no primeiro dia da série, eu falo para vocês sobre música e coreografia.

                No grupo das sete artes, a música ganha espaço representando o som e a capacidade humana de perceber estes sons, aliás, foi definitiva para o desenvolvimento da música: conta a história que a música é fruto da observação dos sons na natureza que provocaram no homem a vontade de imitá-los.

                Mas, se por um lado a história registrou os primórdios da música, ela não foi capaz, por outro lado, de desenvolver uma definição que explicasse a música. Achar um conceito adequado de música provoca sempre muitas discussões entre os envolvidos e um dos poucos consensos atingidos defende que a música consiste em uma combinação de sons e de silêncios al longo de um tempo. Esta composição é captada pela audição que consegue perceber, ainda, variações de altura, duração, intensidade e timbre.

                No decorrer da história, os profissionais e admiradores da música combinaram e recombinaram elementos possibilitando que a música pudesse ser dividida em muitos gêneros. A divisão mais clássica separa a música em três grandes grupos: a música erudita que é considerada mais elaborada e feita com o objetivo de resistir ao tempo e às tendências; o segundo grupo é formado pela música folclórica conhecida por representar os elementos culturais de uma sociedade como, por exemplo, as cantigas de roda e de ninar; e, por fim, a terceira divisão é formada pela música popular que é aquela ouvida no dia-a-dia, nas festas e usadas para dançar. Neste grupo se inclui o rock, o funk, o samba, a bossa nova, o jazz e muitos outros estilos.

                A música brasileira, em especial, é composta por diversos estilos com destaque para o choro, o samba e a bossa nova. Entre os inúmeros músicos importantes para a música brasileira, destaque para Pixinguinha, Noel Rosa, João Gilberto, Vinícius de Moraes e Tom Jobim o autor da música “Águas de Março” que você escuta agora na voz de Elis Regina e Tom Jobim.

                Atualmente, o destaque do universo musical vai para o Tim Festival 2006. Este festival de música existe desde 2003 e pretende reunir o pop, o rock e o jazz interpretados por músicos e bandas nacionais e internacionais. O Tim Festival ocorre nos dias 27, 28 e 29 de outubro no Rio de Janeiro com edições especiais em São Paulo, Curitiba e Vitória. O Tim Festival recebe artistas e bandas como Daft Punk, Patti Smith, Yeah, Yeah, Yeahs, Ivan Lins, Nação Zumbi, Yamandu Costa, entre outros.

                Para assistir as apresentações, o valor dos ingressos varia de R$20,00 a R$200,00 dependendo do local e dos músicos que vão fazer o show. Segundo o site do Tim Festival, grande parte dos ingressos já estão esgotados. Para conferir os lugares disponíveis e toda a programação, o site do Tim Festival é www.timfestival.com.br.

                No próximo bloco, a reportagem continua falando, agora, sobre outra das sete artes: a coreografia.



Escrito por Roberto às 23h50
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Mùsica e Coreografia por Carol Fontebasso

                A palavra coreografia vem do grego e significa “dança escrita”. Depois desta dica, é fácil perceber que a coreografia é o roteiro e a seqüência de movimentos que compõem uma apresentação de dança.

                No conjunto das sete artes, a coreografia representa o movimento que adquire diferentes formas nos diversos estilos de dança: na coreografia do balé, os movimentos são sempre padronizados; na dança moderna, os movimentos são mais livres enquanto na dança contemporânea quase não existe uma coreografia, pois os movimentos são tão livres que sequer ganham uma representação gráfica.

                  Entre os coreógrafos mais famosos está Willian Forsythe, Pina Bausch, Valter Ribeiro, Paulo Franco, entre outros. Entre famosos bailarinos, podem ser citados Ana Botafogo, Anna Pavlova, Mikhail Baryschnikov etc. E, por fim, podem ser citadas como coreografias de muito sucesso as elaboradas para os balés “O lago dos cisnes” e “O quebra nozes”.

 

Carolina Fontebasso para o Tons do Brasil     



Escrito por Roberto às 23h48
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Araken Martinho é o convidado de Shirley Espíndola para o "Café, Música e Cia"

Programa do dia 30 de setembro de 2006

No quadro "Café, Música e Cia", Shirley Espí­ndola convidou o arquiteto Araken Martinho para aquele bate papo descontraído.

Araken, falou sobre o que é moderno, não novidade como muitos costumam enganar-se. Em outra parte da conversa, falou sobre o momento político, comparou o PT e o PSDB como caso mal resolvido no passado entre dois partidos. Muito agradável, Araken citou uma passagem da sua vida profissional quando tinha 24 anos na cidade de São Paulo que marcou bastante e teve influência na sua volta a Jundiaí­.

 

Araken Martinho

 

Curso Primá¡rio no Grupo Escolar Conde do Parnaí­ba

Ginásio e Colégio Culto a Ciência Campinas e Instituto de Educação Jundiaí­

Universidade USP Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

Escritório próprio de arquitetura desde 1957

Professor do Colégio Técnico de Jundiaí­ de 1966 a 1974

Professor FAU PUC Campinas desde 1975 – Diretor nos anos 80, 81 e 82

Diretor de Planejamento em Jundiaí 1983 a 1986

Secretário de projetos especiais em Jundiaí­ 1993 a 1995

Secretário de Planejamento em Campinas 2001 a 2003

Coordenação do Escritório da Cidade 2003 e 2004 em Campinas

 

Mais de 300 obras de arquitetura em Jundiaí­, Campinas, São Paulo, Santos, Guarujá, Ubatuba, Rio Claro, Sumaré, Goiás.

 

Concursos mais importantes:

 

- 3º lugar – Prefeitura Municipal de Rio Claro

- 1º lugar – Tenis Clube de Jundiaí­

- 1º lugar – Prefeitura Municipal de Jundiaí­; Câmara Municipal e Teatro.

- 1º lugar – Faculdade de Ciências Tecnológicas da PUC Campinas.



Escrito por Roberto às 20h23
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Shirley Espíndola entrevista Paulo Braga

Paulo Braga, musicista jundiaiense, esteve em sua terra natal como solista convidado para o concerto da orquestra de câmera Villa Lobos neste sábado dia 30 de setembro. O concerto faz parte do projeto Astra Finamax 2006. O pianista Paulo Braga falou ao programa Tons do Brasil da rádio Difusora sobre sua carreira, projetos e sobre o convite de apresentar-se em Jundiaí, que segundo êle, demorou muito a acontecer.

PAULO BRAGA

Formou-se no Conservatório de Tatuí, onde posteriormente passou a desenvolver atividades didáticas como professor de piano e prática de conjunto, sendo responsável  , em 1990, pela criação do Departamento de Música Popular.Foi professor da UNICAMP de 1999 a 2003,é professor no Depto. de Música Popular do Centro de Estudos Musicais – Tom Jobim. Juntamente com Paulo Flores é responsável pelas seis edições do    Festival Brasil Instrumental , evento representativo da Música Brasileira. Atuou como solista: Banda Sinfônica e Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, Royal Philarmonic Concert  Orchestra , Camerata Antiqua de Curitiba , Orquestra Sinfônica e Camerata de Cordas de Tatuí e  . Desenvolve intenso trabalho de pesquisa sobre o piano no Jazz e MPB e de sua fusão com a música de vanguarda.Faz parte do QuartaD  (grupo de música Erudita Contemporânea) e Trio Bonsai considerado pela crítica especializada como um dos nomes de referência da música popular brasileira instrumental. Desde 1988 integra o grupo de Arrigo Barnabé, desenvolvendo uma linguagem musical baseada na música erudita de vanguarda,nos ritmos brasileiros e em elementos jazzísticos não estilísticos focalizados na improvisação. Em 2006 fez a tournée européia com Mônica Salmaso e grupo.

 



Escrito por Roberto às 00h25
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Quadro "SpotLight" por Beto Feitosa

 Olá Shirley,

Beto Feitosa fez comentário da Rita Lee.



Escrito por Roberto às 23h30
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´Matéria jornalística "Choro" por Caroline Fontebasso

Programa do dia 30 de setembro

 Choro

O tema da reportagem de hoje convida você, ouvinte, a fazer um passeio pela história da música brasileira. O estilo escolhido foi o choro, o chorinho, por um motivo especial: neste século XXI, o este gênero da música brasileira começa seu 3° século de existência. Para marcar a data, o bandolinista Afonso Machado e o jornalista Jorge Roberto Martins lançaram o livro “Na cadência do choro” que conta a história do choro, quem foram e quem são os maiores chorões. O “Tons do Brasil” também comemora a sobrevivência do gênero e vai contar um pouco desta história.

Uma nova classe social, a classe média formada por instrumentistas de bandas militares e de pequenos comerciantes surgia no Brasil em 1850 com o fim do tráfico de escravos. Em conjuntos improvisados essa nova classe se reunia para tocar, de forma abrasileirada, gêneros como a valsa, o xote e a polca e outros ritmos africanos como o batuque e o lundu. Esses músicos ficaram conhecidos como “chorões”. Dentre os chorões, o flautista Joaquim Antonio da Silva Calado foi o grande destaque porque, com ele, surgiu o improviso na forma de tocar o que fazia com que as músicas dos chorões adquirissem características próprias rompendo com as influências estrangeiras. Por isso, Joaquim Calado é considerado um dos principais colaboradores para o surgimento do choro e “Flor Amorosa”, composta por ele e Catulo da Paixão Cearense, é considerada a primeira composição do gênero.

Junto com Calado, outro papel de destaque coube à musicista Chiquinha Gonzaga que ficou conhecida como “a primeira chorona” e contribuiu para o gênero com as composições “Gaúcho”, “Corta-Jaca”, “Atraente” e “Lua Branca”.

   O séc. XX ficou marcado pela produção das primeiras gravações dos choros e o papel de destaque ficou para Pixinguinha que é considerado um dos mais importantes compositores da música brasileira e que contribuiu para que o choro ganhasse uma forma definitiva quando compôs “Carinhoso” que você escuta agora com a interpretação de Marisa Monte e Paulinho da Viola.

Com o maestro Heitor Villa-Lobos o choro ganhou espaço na música erudita: Villa-Lobos compôs uma série de 16 choros. A composição mais executada desta série é o “Choros n° 10” para ser interpretada por coro e orquestra.

Nas décadas de 50 e 60, o choro perdeu parte de sua popularidade com o surgimento da bossa-nova. Mas, nos anos 70, o gênero revive e continua apreciado no século XXI, nas composições de Paulinho da Viola e nos diversos Clubes do Choro criados em Brasília, Recife, Porto Alegre, Belo Horizonte, Goiânia e São Paulo.

De forma técnica, o choro é um estilo da música brasileira caracterizado pelo virtuosismo e improviso dos músicos que precisam de estudo e técnica apurada para o domínio completo do instrumento. Os instrumentos usados nos choros são, na maioria das vezes, a flauta, o bandolim ou o cavaquinho que executam a melodia além do violão ou violão de 7 cordas que fazem a base e o pandeiro que marca o ritmo.

Como curiosidade, vale contar que este gênero recebeu o nome de choro devido à forma um pouco melancólica de tocar as composições sendo, por isso, conhecidas como “músicas de fazer chorar”.

Entre os chorões mais conhecidos estão Pixinguinha, Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga e alguns dos choros mais conhecidos são “Tico-tico no fubá” de Zequinha de Abreu, “Brasileirinho” de Waldir Azevedo, “Noites Cariocas” de Jacob do Bandolim e “Carinhoso” de Pixinguinha que você pode conferir.

 

Carolina Fontebasso para o Tons do Brasil



Escrito por Roberto às 23h28
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